22.10.08

Concept Three

The concept of Truth has been studied and built by philosophers and religious trough the centuries, even so nowadays persist like a great mistery for plenty of us. Perhaps because the Truth is something personal, or maybe 'cause we aren't prepared to accept it.

The search for the truth is constantly worring me. Despite the Truth changes during time and space, I feel that the need of Truth is not innocuos. Indeed, it became more and more necessary.

Between thought (from philosophy) and revelation (from religion), Truth will always be related with freedom. And this argument makes this discussion so interesting and important...

To me, somehow the truth is related with simplicity. When something simple suddenly hits you right in your heart, like the sound of a river down, like a mother kissing her child or a brother's missing letter sent to other far away... Truth makes Life lighter.

21.10.08

Concept Two

Why should I want to know about me? Why have I this urgent need?

Knowledge is the basis of Human Development in History. The main reason for our preservation and supremacy.

I should know more about myself and everything around 'cause this is a part of human self-preservation instinct. “I want to know.”: This is the first and the last thought of a Man ever. The soul of your anima.

20.10.08

Concept One

Art is the sensible expression of Beauty. The Beauty of things, sensations, emotions, ideas...The expression of yourself, of the world.

Express yourself: that´s the deal. Express yourself like a way to know yourself, to clean yourself, to show yourself, to die... and reborn.

Discovering another paralell being, but even true. Sometimes, more true than the original.

22.8.08

Ouçam!


24.4.08

Sobre o Tempo

Ando sentindo o tempo. A sua presença, quero dizer. Como um ente atuante sobre o mundo físico. Mas não sobre os critérios conhecidos de um mensurador de etapas evolutivas do soma, ou de um parâmetro assombroso de decrepitude e indicativo de morte. Não. Uma nova percepção tem, aos poucos, se infiltrado em meus pensamentos. É como se ele, o tempo, estivesse se materializando diante dos meus olhos. Eventos passados e futuros se cristalizam em pequenas observações diárias.

Certamente alguém já deve ter teorizado sobre isso, mas o meu arcabouço de conhecimentos é demasiado pobre e a minha memória não é lá muito minha amiga. De modo que, o que digo aqui, pode ser fruto de experiências e conhecimentos acumulados, embora eu não vá saber citá-los, nem por um enorme esforço mental, nem por um chute despretensioso da intermediária... A minha rasa intelectualidade também não me permite usar do vocabulário adequado para o tema. Prometo, em outra oportunidade e se me permitirem, voltar a esta questão com mais propriedade. Por ora, tentarei apenas expor as idéias, sensações e intuições que tenho tido nas últimas semanas da maneira mais clara que puder (ou não).

Retomando o primeiro parágrafo, venho percebendo que os meus sentidos têm se aguçado recentemente e acho que estariam, de certo modo, se entrelaçando numa espécie particular de sinestesia. O que antes era apenas imagem, ou apenas paladar, torna-se algo mais completo, catalisando uma maior gama de sensações simultaneamente, criando em minha mente, relações com coisas outrora absolutamente desconexas. Pode ser que esse tipo de experiência sempre tenha havido, mudando agora apenas na intensidade da percepção. O que importa é que essas novas sensações estão centrando as minhas atenções e a minha curiosidade hoje. Venho tentando, de algum modo, organizar estas experiências de uma maneira inteligível para mim. E este texto é a primeira concretização viável desta tentativa, embora ela já venha me ocorrendo há alguns meses e exista uma possibilidade real de que qualquer tentativa de “racionalizar” estas experiências acabem por anulá-las.

Cada momento como esse (em que ocorre a interconexão de sensações, memória e tempo) é exatamente indescritível e, o que posso apresentar seria, simplesmente, uma tentativa de apresentação de cada componente do evento em separado, seguido das minhas considerações/alucinações posteriores àquele momento. Um pássaro que repula espevitado em seu ninho, por exemplo, pode instantânea e simultanemanete me remeter à brutalidade da Guerra do Vietnã, à rapidez da cor amarela, à pungência e esplendor de uma ópera de Verdi e/ou a uma queda de bicicleta na infância. O que mais me impressiona e intriga é com que clareza e naturalidade coisas tão distintas quanto essas adquirem, naquele instante, uma ligação evidente, como se todas dependessem umas das outras para se concretizar. Mas tão fugaz e ofuscante quanto um relâmpago, aquele evento se desmancha no tempo e espaço, deixando-me igualmente assombrado e deslumbrado. E eu fico a vagar por longos minutos em meus pensamentos e elucubrações.

À parte de minhas concepções/confusões religiosas, estas mega-epifanias, têm me proporcionado importantes momentos para reflexão sobre as grandes e eternas questões humanas: quem sou, de onde sou, para onde vou, o que devo seguir, ou mesmo, se devo seguir algo, sobre as consequências dos meus atos, etc. Acho que há alguma verdade que pretende revelar-se a mim por esses meios, algo que foge aos conceitos que fui condicionado a ter. Algo que, ao ser percebido, operará uma transformação profunda da maneira como vejo o Mundo. E assim, consequentemente, também transformará o modo como eu vivo sobre ele.

P.S.: É provável que este texto ainda não esteja pronto e que seja remendado em breve (depois de alguma outra mega-epifania, ou não).

25.3.08

Vida Nova

Quando a Páscoa chega sempre fico me perguntando que raios as pessoas esperam desse dia? Chocolates, a gente pode comprar e se empanturrar em qualquer dia! Por que esperar por esse Domingo do ano? Apenas para justificar um instinto consumista (como no Natal)?

O que as pessoas querem dizer com “Feliz Páscoa”? Algo do tipo: "Vai lá e se esbaldeie de Bacalhaoada e cerveja!"? Ou seria, "Que você ganhe um ovo de páscoa bem grandão e se entupa de serotonina e gordura saturada!"?
Não conheço ninguém que não tenha aguardado o feriado como um simples dia para descansar ou para emendar no fim de semana e “pegar uma prainha”!... Me parece que todas as datas comemorativas (incluindo as santas) perderam completamente o seu objetivo inicial. Agora servem somente para aliviar a pressão do trabalho ou da escola.

Fico intrigado, e um pouco preocupado até, porque estas datas não foram instituídas por acaso. E se elas têm um significado, um simbolismo, é porque isso seria, teoricamente, importante de ser mantido e transmitido para todos. Mas agora, tudo parece tão distante! Que sentido vemos nestas comemorações nos dias de hoje? Como distinguir a importância de um dia, de um evento, de uma figura histórica, se simplesmente adotamos todos estes dias como meros e pasteurizados “feriados”? Quem não já se pegou perguntando em alguma oportunidade: “Mas o feriado é de quê mesmo?”

Fica a impressão que é apenas uma justificativa mal-ajambrada para a oportunidade de colocar em prática a histórica e endêmica preguiça nacional. É uma pena, pois é óbvio que um povo que não conhece e reconhece a sua história (ou mesmo o seu sistema de crenças) perde muito de sua identidade.

E é justamente isso o que percebo ao meu redor. Vejo hordas de bípedes endinheirados devorando toneladas e mais toneladas de chocolate, crianças que não fazem a mínima idéia de que coelhos não fazem ovos e de que renas não voam, gente que enche o bucho de bacalhau num determinado Domingo do ano e de picanha em todos os outros, irmãos de sangue que se matam em uma simples discussão, madrastas torturando enteadas... E eu, pasmo, constato: eu não pertenço a este mundo! Eu não sou assim! Por que sou obrigado a suportar isso? Por que as pessoas querem que eu seja igual a elas? Mentindo, tramando, invejando, cobiçando, odiando, desprezando, desvirtuando, magoando... e fingindo... Fingindo que está tudo bem, que as coisas são assim mesmo, que a felicidade é isso, que tudo vai dar certo no fim (ainda que se tenha que passar por cima de um ou de outro), fingindo que não sabem que não são ninguém, que não há por onde fugir, que tudo não passa de uma grande merda de uma ilusão!

"Eu sou apenas um rapaz latino-americano, sem dinheiro no bolso, sem parentes importantes e vindo do interior." Tenho 30 anos, muitos sonhos, poucas ambições e já me cansei dessa vida...

24.3.08

Um Século de Glória e Paixão


Parabéns ao fantástico Clube Atlético Mineiro e a todos os torcedores do Galo em Minas Gerais, no Brasil e por esse Mundão afora!

19.3.08

Eu Vi a Lenda



Eu vi a lenda.
Em seu terno prateado,
eu vi a lenda.
Empunhando a sua guitarra,
eu vi a lenda.
Atacando ferozmente o piano,
eu vi a lenda.

Eu vi a lenda e sua lendária voz
quase sumindo.
Eu vi a lenda num hercúleo esforço
para cantar.
E eu vi que todos viram o mesmo.
E vi que as pessoas reconheceram
e reverenciaram o seu esforço.

Eu vi e ouvi a lenda
cantando as suas lendárias canções.
Vi e ouvi todos cantarem juntos
a plenos pulmões.
Eu vi a lenda tocar dezenas de novas músicas.
E relegar dezenas de clássicos a ficarem ressoando
apenas na memória dos fãs.
Como se a sua história começasse ali.
Como se a lenda não fosse lenda.

Eu vi a lenda e sua lendária sisudez.
Eu vi a lenda e sua energia magnética.
Eu vi a lenda e o brilho em todos os olhares.
E os corações crepitando de entusiasmo.
E senti o Mundo pulsando em seus acordes e letras.
Eu vi a lenda e senti todos os gigantes dos séculos
tocando a mão sobre a sua cabeça
e dizendo: "Estamos contigo."

Eu vi a lenda, e vi que a lenda era mortal.
Eu vi a lenda e que ele era apenas um garoto das terras do Norte.
Eu vi a lenda e que ele era apenas mais um homem triste e solitário.
Eu vi a lenda. E a lenda se chamava Bob Dylan.

15.2.08

O Segredo da Vida [por Paul McCartney]

Há sete níveis.

14.2.08

We're just kids

I wanna keep that ant above our fingers forever.
And laugh, and laugh, and laugh, and laugh...