Durante a nossa estada, descobrimos, para a nossa sorte, que no primeiro domingo de cada mês, a entrada era gratuita para a maioria dos museus. Então, reservamos o dia para as visitas ao Louvre e ao Centre Pompidou.
Começando pelo Louvre: já, bem cedo, uma fila quilométrica! Quase duas horas para entrar... Depois, um pequeno lanche no Café. Antes de comerçarmos o périplo, cometemos a estupidez de procurar um toillette pelas alas subterrâneas e sair da área do museu, caindo nas galerias de lojas. Ao tentarmos, inocentemente, voltar de onde viemos, uma funcionária nos impediu e disse para pegarmos a fila para entrar!... Mais uns 30 minutos mofando! Nem preciso dizer do ódio que a gatinha ficou nessa hora...
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| La Grand Odalisque, de Ingres: uma de minhas favoritas |
Restava ir caminhando por entre as fantásticas obras para ir acalmando os nervos. Na galeria de arte greco-romana, Vênus de Milo e Vitória de Samotrácia, nas de pintura, Delacroix, Ingres, Monet, Toulouse-Lautrec, Veronese, Renoir, etc, etc, etc. Uma maravilha atrás da outra. Além, obviamente, da Mona Lisa...
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| Todos querem "A Gioconda" |
Depois, um tantinho de história na Galeria Egípcia, com dezenas de hieroglifos em pedra, urnas e sarcófagos, esfinges, jóias, vasos e todo o tipo de objetos usados no Antigo Egito.
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| Samantha e a Esfinge |
Como ainda tínhamos mais um museu pela frente, tivemos que encerrar por ali a nossa visita ao Louvre. Mas com a clara sensação de já ter valido a pena...
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| Pausa para o almoço na Breizh, o melhor crepe da cidade |
Centre-Pompidou: um espaço que é uma obra de arte por si só, com uma interessantíssima construção "às avessas", reúne um grande e importante acervo de arte moderna.
Impressionistas, expressionistas, concretistas e cubistas, optical art, o Pompidou tem de tudo um pouco. E é diversão garantida! Uns Picassos aqui, um Pollock ali, um De Chirico acolá, e fechamos o domingo com chave de ouro.
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| Kandinsky e Eu |
Último dia em Paris. Segunda-feira. A programação inicou-se no lendário Cimitiére du Pére-Lachaise, onde descansam figuras como a de Chopin, Allan Kardeck, Edith Piaf, Jim Morrison, Georges Bizet e muitos outros. Passeio clássico para qualquer turista em Paris.
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| Túmulo de Oscar Wilde |
Após esse passeio tranquilo, voltamos ao hotel (que era pertinho) e nos aprontamos para os últimos programas, uma voltinha no Le Bon Marché, uma das mais luxuosas lojas de departamentos da cidade e, anexa, La Grand Epicérie de Paris, uma enorme delicatessen com os produtos mais selecionados de todas as partes do mundo (incluindo sais azuis da Pérsia, chutneys indianos, chocolates belgas e cafés do Brasil (É nóis!!!), além de avistarmos, de passagem por entre as gôndolas, um legítimo ratinho parisiense!...).
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| Pirulitos de vodka com escorpião e de champanhe com lascas de ouro, dois dos milhares de produtos exóticos da La Grand Epicérie |
Por fim, um retorno aos grandes monumentos, desta vez para babar um pouco com a esplênida iluminação noturna, que os franceses dominam como poucos. Afinal, não é à toa que esta é a Cidade Luz... Au revoir! A bien tôt!
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